Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há festa, porque ali se vê o fim de todos os homens; e os vivos o aplicam ao seu coração. Eclesiastes 7:2 Cada um de nós terá que enfrentar a morte, e se analisarmos o planeta Terra este é um grande cemitério, cheio de ossos e matéria putreficada. A morte é inevitável, por mais que evitamos ou nos esquivamos em tratar desta que é a maior certeza do ser humano: Vamos morrer! Não gostamos de pensar sobre a nossa própria imortalidade. Não é normal falar que não haverá um amanhã. No entanto, no fundo dentro de nós, percebemos que a morte pode nos visitar a qualquer momento. Temos visto e experimentado, talvez, a perda repentina da vida dos membros da família e amigos. No salmo 39, o salmista está contemplando a brevidade da vida e percebe a insignificância de nossas vidas e diz que nossos dias são poucos palmos, olhe para sua mão a sua vida é deste tamanho. A vida é muito curta. E diante de um Deus eterno não somos nada, apenas uma sombra e um sopro neste mundo. Andamos como sombras, e em vão inquietamos e ajuntamos riquezas, e não sabemos quem a levará. Ensina-nos a contar nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios. Salmos 90:12 Segundo o IBGE no último censo a média de expectativa de vida dos brasileiros é de 72,2 anos, se cada ano vivemos 365 dias significa que teremos 26.353 dias sobre esta terra, isso se eu ou você não sofremos um acidente, um atentado, uma parada cardiorespiratória, bala perdida, um raio e por aí vai.... A palavra "fôlego" na maioria das versões é a mesma palavra de Eclesiastes usado quando ele disse: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade." Para falar da vida como um sopro ou um vapor é entender a vaidade nas coisas deste mundo. O salmista chegou à conclusão que a vida é sem sentido e inútil sem Deus. Toda beleza e poesia da vida perdem o significado quando começamos a viver para nós mesmos, quando vivemos para satisfazer nosso ego, desejos e enxergamos apenas o nosso umbigo. Deixando de olhar para Deus, sua vontade e amor esquecendo-se daqueles que clamam, choram que imploram por mais um dia de vida! "Vem agora, vocês que dizem:" Hoje ou amanhã iremos a tal cidade tal e lá passaremos um ano, faremos negócios e ganharemos dinheiro. . Você não sabe o que o amanhã trará. O que é a sua vida? É um vapor que aparece por um tempo e depois desaparece. Em vez disso você deve dizer: "Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. Como é que gloriam em presunção, todos se ostentando esse é o mal.” Tiago 4:14-16 Como é raro para nós, parar e refletir sobre a brevidade das nossas vidas! Nós assumimos o controle da vida e pensamos que as coisas vão continuar do jeito que estão dia a dia. Nós simplesmente supomos que amanhã será como hoje e hoje será como o ontem, iremos comer; defecar, transar, trabalhar... Sem pensar sobre a vida é curta e que o nosso tempo é verdadeiramente uma fumaça... Que possamos viver a vida na sua plenitude, expressando nosso amor, vivendo o amor, fazendo algo que vale a pena, fazendo a diferença na vida das pessoas. Talvez amanhã não venha... O hoje é o dia para amar, se arrepender, viver uma nova vida, deixar pecados, falar do amor de Deus... Pois não poderemos ter o amanhã para fazer isso ou aquilo. Devemos aproveitar cada dia que nos é dado. Efésios 5:16, nos diz para "remir o tempo, porque os dias são maus". Outras traduções nos ajudar a entender essa frase "remir o tempo", dizendo, "fazendo o máximo de cada oportunidade" e "fazer o melhor uso do tempo" . A busca das coisas no mundo é vaidade. Precisamos buscar o eterno. Hoje é o dia para dizer às palavras que precisamos dizer a quem amamos. A vida é frágil e nosso tempo nesta terra é curto. No Salmo 39, o salmista encerra reconhecendo que ele é um estranho e estrangeiro neste mundo. O nosso modo de vida deve sempre refletir que somos filhos de Deus e não residentes permanentes no mundo. Tal pensamento me faz lembrar as palavras de Hebreus expressando sobre os heróis da fé: Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Porque, os que isto diz, claramente mostram que buscam uma pátria. E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornar Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade. Hebreus 11:13-16 Por isso Viva o dia de Hoje... Se arrependendo, se doando, amando, expressando sua gratidão e fazendo algo útil na vida das pessoas, pois se você deixar para amanhã... Talvez amanhã não dê mais tempo... Sou Kamikase, e você?
Contam que os pilotos japoneses na operação para bombardear Pearl Harbor, a base havaiana da marinha americana, eram instruídos da seguinte forma: “Vocês estão decolando para uma missão sem retorno. Os aviões não terão combustível suficiente para cumprir a missão e voltar a base. Portanto, quando os tanques de combustível apontarem que não há mais como voltar, e todo o armamento for descarregado contra os alvos, só lhes restará atirar seus aviões e sacrificar suas próprias vidas para o cumprimento da missão”. E assim, eles se despediram da família, dos amigos, da terra natal e decolaram rumo ao cumprimento da missão, rumo ao triunfo.
Todo mundo sabe que o ataque japonês a base americana foi arrasador e que diversos pilotos japoneses perderam suas vidas como lhes havia sido avisado. Será que nós cristãos entendemos o verdadeiro sentido de cumprir o que nos foi mandado? Temos senso de missão? Será que sabemos que fomos chamados para uma tarefa sem volta? Há um ponto de retorno como a dos tanques de combustível dos aviões japoneses que sugere a seguinte decisão: Ou você volta pra base, sem cumprir a missão e vive frustrado para sempre, ou você atravessa o ponto de retorno e luta até o fim, até os armamentos acabarem, até a última gota de combustível ser consumida, e morre com o mérito da missão cumprida como bom soldado de Cristo, rumo ao triunfo!
Seja lá como for, um dia eu atravessei o ponto de retorno e estou rumando para o alvo, certo do cumprimento da missão. Se terei que jogar meu avião nos alvos, isso é certo, e mais cedo ou mais tarde vai acontecer, e uma coisa é certa, a missão será cumprida ainda que eu tenha que morrer tentando, e como gratidão ao meu recrutador, não voltarei mais para a base.
E no mais, tudo na mais santa paz! *** Postou Márcio de Souza, no Púlpito Cristão No pequeno mercado da fronteira, o anônimo evangelista viu que alguém ao seu lado passava-lhe um bilhete. Pergunta o evangelista: “Você é cristão? O que você faz?”. Ele anotou no verso do mesmo papel: “Sou de Jezuz, estou fazendo mições nas montanhas da Somália”. Ambos caracterizados, o diálogo começa: “Missões, Jesus? Você nem sabe escrever direito, como diz que está fazendo missões!? Não se escreve “mições” ou “Jezus”. “Eu nunca fui a uma escola. O pouco que sei, aprendi nos campos do Talibã. Ali aprendi também a matar, detonar e escrever algumas palavras. Um dia alguém me falou de Jesus. A sede que queimava em meu interior teve resposta. Depois da minha decisão, descobri que a vida de um cristão não vale um tostão. Nem sei quanto vou viver, mas, vou levando a mensagem de salvação. Fundei diversas igrejas nos lares que creram. Veja minha Bíblia, faltam diversas páginas, é que vou repartindo com os que crêem. Talvez jamais os verei, mas, eu os entrego na mão de Deus e prossigo minha jornada”, respondeu o cristão. “Qual a sua denominação?”, insisitiu o evangelista. “O que é isto?”, perguntou o cristão. “Qual seminário você cursou?”, continuou o evangelista. “Nenhum, mas, já sei de cor os livros de Romanos, Efésios e I João. E estou terminando o Evangelho de João. Foi bom, pois distribuí as páginas que decorei pras igrejas nas montanhas”, testemunhou o cristão. “E você, quantas almas já levou a Jesus?”, indagou o cristão. “Bem, eu... eu... eu estou em treinamento... tudo está tão perigoso por aqui... mas...”, titubeou o evangelista. “Meu amigo, se alguém crê, eu logo batizo em Nome de Jesus, de Jeová e do Divino Espírito”, interrompeu o cristão. “Esta ordem está errada, não te ensinaram não?”.
“A ordem das palavras eu não aprendi, mas, a ordem de Jesus estou cumprindo”, respondeu o cristão. “Quem foi que te batizou?, quis saber o evangelista. “Olha, o nome do irmão que me batizou eu não vou dizer não. Posso colocá-lo em perigo, pois suas colocações deixaram-me na dúvida se você é um cristão ou um impostor. Eu preciso ir, adeus”, despediu o cristão.. Antes de ir embora, rabiscou mais uma frase no bilhetinho: “CRISTÃO: OU FALA DE JEZUZ E FAZ MIÇÕES, OU É UM IMPOSTOR!” Crônica do Pastor Fábio de Mota Vinte anos atrás em minhas pregações pelo Brasil antecipei, com base na palavra de Deus e no quadro social de então, que se a igreja não cuidasse da geração de crianças, isto é de seus pequenos, das crianças de ruas e de suas famílias, que aquelas crianças, vinte anos depois, nos aprisionariam em nossas casas. E isto de fato aconteceu. Criamos os Marcolas e os Beiras-mares que controlam, das prisões, a sociedade. Na ocasião eu me sentia confortável e seguro residindo num condomínio com quatro prédios de nove andares cada, sem muros e grades, cercados apenas de hibiscos multicores que formavam um cinturão de cerca viva. Vinte anos depois todos os condomínios e as casas em que vivemos estão cercados por altas grades e cercas elétricas que sequer intimidam os delinqüentes. Eles são as crianças de rua de vinte anos atrás! Pergunte a um sociólogo (a) sobre a escalada da violência e estes, por certo, apontarão a pobreza como a principal causa geradora. No entanto, nasci e me criei em extremada pobreza. No meu primeiro ano escolar ia todos os dias pra escola descalço por não ter um par de sandálias. No meu segundo ano ganhei uns tamancos e logo o projeto social do prefeito (que era Leonel Brizola) nos deu um par de alpargatas e um poncho para o frio. Mas a extrema pobreza não nos arremeteu ao vício, ao roubo e à delinqüência. Nem nos transformou em assassinos. O evangelho de Cristo resgatou nossa dignidade. Lutamos e melhoramos de vida. Com 17 anos fui para o seminário teológico. Aos vinte e três anos já havia superado a miséria e residia na Califórnia convivendo lado a lado com os ricos americanos. Não aceito, pois, que se atribua à pobreza a causa da violência. A violência, senhores, é fruto da quebra dos princípios cristãos e da ordem familiar, o resultado do péssimo exemplo de nossas autoridades políticas. É fruto de uma má distribuição de riqueza, que também se constitui em si uma prática não-bíblica. Quando uma nação e seus líderes abandonam os princípios cristãos, a sociedade que é baseada na família se desintegra. A deterioração da família leva à queda moral da nação. A imoralidade sexual e a libertinagem são parte do mesmo quadro da imoralidade social, como a mentira, a fraude e roubos aos cidadãos, de que somos vítimas nesta nação. Perdem-se os valores morais e éticos, especialmente os que nos foram legados pelo cristianismo, e o resultado é logo visto em nossas cidades. A igreja que deveria ser a guardiã dos princípios cristãos abriu mão de sua pregação sobre ética e moralidade paparicando seus políticos, evangélicos ou não, na busca de reconhecimento e status social, partilhando da impunidade administrativa e do enriquecimento ilícito. Que belo papel fizeram os pastores e políticos que compõem a tal "bancada evangélica". Esses homens que deveriam ser exemplos de integridade, e que em seus discursos costumam usasr o exemplo do José e do Daniel da Bíblia para evocar sua vocação política, diferentemente dos homens bíblicos, corromperam-se com os políticos ímpios e mundanos. Pelo menos o José da Bíblia governou para Faraó e não defendeu um novo reino no Egito, e Daniel costumava exortar os reis a viverem uma vida de integridade e de justiça social. E por ser fiel, foi lançado numa cova com os leões. Nossos políticos temem a cova, porque sabem que o anjo só se põe ao lado de quem é fiel e fecha a boca dos leões. A bandeira da fé timidamente erguida pelos políticos evangélicos está rota e ensangüentada, e seu desgaste não é fruto da guerra nem da luta contra os inimigos; o sangue manchado da bandeira da fé é dos justos que eles pisam com suas promessas eleitorais. A violência em nossa nação não é pontual, isto é, localizada, mas geral e estrutural. Geral, porque não existe mais um lugar seguro para se viver na nação, e estrutural porque as estruturas que sustentam nossa sociedade são iníquas, desde a base, do povo até os mais altos escalões de nossos cidadãos. Nesta nação perderam-se os valores referenciais de salário. Reclama o que ganha o salário mínimo e reclama também o que ganha vinte mil reais por mês! Perderam-se os valores jurídicos, da economia e da política, que foram substituídos pelos princípios de governabilidade questionáveis inspirados em Maquiavel. Esta violência, sim, é gerada, conscientemente ou não por parte dos altos privilégios que têm os que desprezam o pobre e os aposentados do INSS - sim porque os que se aposentam por outros meios conseguem viver dignamente, enquanto os do sistema previdenciários são achacados pelo governo - o mesmo governo que deixa escorrer pelos ralos da má administração o dinheiro arrecadado dos impostos, em fraudes, subornos e enriquecimento pessoal. O Brasil precisa resgatar os valores morais e éticos que o cristianismo do Novo Testamento legou. Precisa recompor a moral criando leis justas para ricos e pobres e pessoas de todas as raças que aqui buscam se abrigar. Uma nação que se deixa corromper não poderá deter a queda final da estrutura familiar, o que vem resultando em crianças sendo adotadas por parceiros (as) do mesmo sexo, que é um terrível sintoma da derrocada da família. Lentamente o declínio se deu pelo divórcio por qualquer motivo, corrompeu-se para o casamento entre pessoas do mesmo sexo, abandono dos filhos e aborto desaguando na desgraça familiar. O clamor desta situação aparece todos os dias em nossos gabinetes pastorais. Como existirá família com papais e mamães do mesmo sexo? Que se volte ao princípio de que o lar é constituído de macho e fêmea! O Brasil precisa também de uma reforma espiritual na igreja. Grande parte deste universo visível que se conhece como igreja, desde muito tempo deixou de sê-lo. Os mercenários transformaram o espiritual em material, explorando aqueles que deveriam defender das garras do diabo. A igreja precisa voltar aos princípios ensinados por Jesus e seus primeiros apóstolos, e refletir a necessidade de uma reforma espiritual que resulte numa mudança na política e na economia da nação. No Antigo Testamento os profetas denunciavam os governos e os pecados do povo, especialmente da nação de Israel que se considerava a guardiã das leis divinas. Era esse senso profético que esperávamos de nossos políticos: que denunciassem a iniqüidade, o roubo e as falcatruas governamentais. Não podemos negar que, em parte, alguns desses políticos ditos "evangélicos" foram profetas, só que incorporaram a figura profética de Balaão amando a recompensa e o suborno. E pior, mancharam com suas práticas a vida de alguns políticos evangélicos que não se deixaram contaminar (que a verdade venha à tona sobre os justos e injustos)! No entanto, estes, como denunciou o profeta Oséias, "amam apaixonadamente a desonra" (Os 4.18). Ou como sentenciava Amós: "... exploram os pobres e cobram impostos injustos das suas colheitas. Eu sei das muitas maldades e dos graves pecados que vocês cometem. Vocês maltratam as pessoas honestas, aceitam dinheiro para torcer a justiça e não respeitam os direitos dos pobres. Não admira que num tempo mau como este as pessoas que têm juízo fiquem de boca fechada!" (Am 5.11-13). As palavras do profeta Jeremias parecem tão atuais: "Com lágrimas se consumiram os meus olhos, turbada está a minha alma, e o meu coração se derramou de angústia por causa da calamidade da filha do meu povo; pois desfalecem os meninos e as crianças de peito pelas ruas da cidade. Dizem às mães: Onde há pão e vinho?, quando desfalecem como o ferido pelas ruas da cidade ou quando exalam a alma nos braços de sua mãe". Se pelo menos parassem de discursar para orar, como orienta o profeta: "Levanta-te, clama de noite no princípio das vigílias; derrama, como água, o coração perante o Senhor; levanta a ele as mãos, pela vida de teus filhinhos, que desfalecem de fome à entrada de todas as ruas" (Lm 2.19). Nossas crianças desfalecem, não apenas nas ruas, mas nos lares desfeitos e esfacelados das famílias que abandonaram os preceitos cristãos. Que tristeza ver cenas de meninos e meninas tarde da noite mendigando nos semáforos de nossas cidades! Políticos cristãos: Voltem seu coração para Deus e chorem pela desgraça de nossas crianças. Usem dos recursos púbicos para ajudar os pobres e necessitados. A igreja é também a grande culpada pela violência estrutural, pois não tem amparado o pobre, usando das contribuições financeiras na construção de mega-igrejas, mega-templos e mega-denominações, pensando com isto agradar a Deus. Aquele que é adorado em "espírito e em verdade" prefere ser adorado por corações contritos e dispensa os muitos sacrifícios. Se os tais vinte e cinco milhões de crentes pentecostais cumprissem com os mandamentos de Jesus praticando a justiça social e as boas-obras, não haveria crianças nas ruas, nem pessoas vivendo dos lixões, porque além de pregar a transformação do indivíduo - o que raramente se ouve nos atuais programas de televisão - socorreria com bens materiais os mais necessitados e afligidos pela pobreza. Uma bancada evangélica jamais deveria cooptar com governos injustos. O casamento da igreja com o governo é a pior das prostituições. Andar de mãos dadas com o poder tem sido a grande tentação da igreja no decorrer dos séculos, calando a voz profética do povo de Deus. No passado, Sodoma e Gomorra acumularam muita transgressão - não apenas moral e sexual. Ezequiel apresenta outra dimensão ao pecado daquelas cidades, afirmando que estas cidades cometeram a pior das imoralidades: o desprezo pelo pobre. "Eis que esta foi a iniqüidade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão e próspera tranqüilidade teve ela e suas filhas; mas nunca amparou o pobre e o necessitado" (Ez 16.49). A decadência sexual é fruto de um problema maior: orgulho, fartura e desprezo pelos pobres. O pecado destas cidades foi o da omissão de socorro, porque não ajudaram os mais necessitados. Esta também foi a advertência de Daniel a Nabucodonosor: "Ó rei, aceite o meu conselho. Deixe de pecar e faça o que é certo; acabe com as suas maldades e ajude os pobres. Assim talvez o senhor possa continuar a viver em paz e felicidade" (Dn 4.27 NTLH). E como se não bastasse o pecado da igreja, levantam-se nesta nação novos líderes religiosos, pastores e apóstolos da prosperidade que riem e zombam da miséria do pobre transformando-se, eles próprios nos Nabucodonosores do império religioso e da exploração social. O que dizer? Os membros das igrejas estão calados diante de tanta prostituição espiritual. E colheremos, nos próximos vinte anos, se não mudarmos de atitude, o que estamos semeando nestes dias. Quanto mais uma nação se afasta de Deus, mais próximo de sua desgraça estará. Esta alienação da igreja permite que todo movimento feito para a melhoria da população seja feita sob a ótica ateísta. Por exemplo, o clamor pela reforma da terra tem sido feito sob uma ideologia não cristã, quando são os valores judaico-cristãos a base da distribuição da terra. Reforma agrária é bíblico e a igreja deveria participar dela. A igreja vem sistematicamente se omitindo desta luta. Esta alienação social da igreja abriu brechas para o governo, que por anos a fio não tem mais nenhum plano de habitações populares, gerando as grandes favelas de nossas cidades. O pouco que tem sido feito por prefeitos e governadores nesta área assemelha-se a um pouco de água num balde para apagar um grande incêndio. Nosso silêncio permite ao governo a manutenção de um sistema de Previdência Social que oprime os aposentados e pensionistas deixando-os cada vez mais pobres. Pobres e nervosos; gente que ainda haverá de se levantar em busca de seus direitos. Com a palavra os políticos evangélicos. Com a palavra os novos candidatos a cargos eletivos que sobem aos púlpitos nestes dias à cata do voto dos crentes. Pois, afirmamos que existem políticos não crentes com melhor testemunho de vida do que alguns dos evangélicos nas várias esferas de governo. "Nossas perspectivas são terríveis e os sintomas agravam-se a cada dia. Existe uma torrente de maldade na terra que traz destruição e miséria. Os jovens nascidos e criados em tempos tão perversos, sem qualquer noção do bem e sem qualquer princípio e sem uma opinião instilada, quando atingirem a idade adulta, serão verdadeiros monstros. E devemos temer que a geração dos monstros não demorará a chegar". Estas palavras parecem atuais, no entanto, foram escritas pelo bispo George Berkeley ao Parlamento inglês em 1738. Texto Retirado do Site do Autor http://www.pastorjoao.com.br/atualidades/cartaaberta.htm Bom Dia irmão! Hoje como sempre, acordei com saudade das pessoas a quem amo, e você (como presumo que saiba) é uma delas. Acho que DEUS só permite a distância entre nós para passar uma simples lição: aprenda a valorizar as pessoas que estão perto de você... A idade nada mais é que um acréscimo de responsabilidades. Passamos 360 dias esperando mais encargos e compromissos, frutos de uma suposta maturidade vinda com o tempo de vida decorrido. Eu não faço a mínima ideia de quanto tempo mais eu irei viver e quanta responsabilidade mais será agregada a minha pessoa, mas clamo a DEUS que me conduza para perto das pessoas que amo, porque nada é tão prazeroso como o carinho de verdadeiros amigos. O suicídio na minha visão é o fato social que justifica a importância da amizade, dos laços familiares, da pluralidade... Os maiores índices de suicídio são encontrados em porções da Europa ocidental e Japão. Este fato se justifica por algumas causas, e dentre elas estão: 1- Individualismo (acentua a solidão do indivíduo e ensina-o a sempre alcançar seu objetivo sozinho. AUSÊNCIA TOTAL DE AJUDA EXTERNA) 2- Bases familiares destruídas 3- Cobrança elevada sobre cada indivíduo (em países como este inexiste a cobrança coletiva) Em contrapartida, países africanos apresentam taxas de suicídio irrelevantes se comparados com os países acima mencionados. Agora vamos aos dados. A África apresenta o maior percentual de pobreza do mundo, baixa expectativa de vida, maior número de pessoas infectadas pelo vírus HIV, saneamento básico para a menor parcela da população, guerra civil em várias áreas, altas taxas de mortalidade infantil, analfabetismo quase que generalizado em algumas nações. Muita desgraça não é mesmo? Mas existe algo que os africanos tem que nenhuma nação européia possui. UNIDADE. Talvez uma das palavras mais utilizadas pelo cristianismo, mas que infelizmente não funciona na prática. Entre os 10 países com maior índice de suicídio pelo menos 5 são reconhecidamente protestantes. Bastante paradoxal não é mesmo? Lugares que pregam o evangelho de Cristo, a verdade, o verdadeiro DEUS, são também aqueles que as pessoas desistem com mais freqüência da vida. Isso se deve ao fato de que as pessoas esqueceram da verdadeira essência da vida, preocupam-se apenas em acumular e crescer profissionalmente. Mas em um belo dia, acordam e percebem que nada valeu a pena, porque mesmo possuindo tudo que alguém possa desejar materialmente, não possuem um elemento que é fundamental para a sobrevivência da espécie humana: O AMIGO DEUS nos concede o fôlego de vida a cada instante para dizermos sempre algo que marca a vida das pessoas pra sempre: TE AMO Por Victor Araújo www.espaco-comum.blogspot.com
Sou fascinado pelas histórias e vida dos mártires, pietistas (não confunda com PTista), puritanos, avivalistas e missionários cristãos dos séculos passados, relendo “A mortificação do Pecado” de John Owen (1616-1683) um renomado teólogo puritano que ensinou sobre a importância de lutar contra tendências e atitudes pecaminosas, me deparei com Wiliam Carey que é considerado o pai das missões Protestantes, fundando uma sociedade missionária que teve seu início em 1792, 275 anos após Martinho Lutero ter afixado as Noventa e Cinco Teses à entrada da Igreja de Wittemberg em 1517. Essa sociedade foi um veículo Protestante importante para o envio de missionários ao mundo não Cristão. William Carey estava, na verdade, seguindo os passos dos missionários morávios, pessoas simples que não tinha conhecimento teológico profundo, mas que influenciaram e viveram de forma tão intensa no século XVIII. É sobre estes irmãos Moravianos que gostaria de compartilhar algumas verdades com você. A história dos Moravianos (Hoje Republica Checa) antecede à Reforma. Conhecidos originalmente como os Unitas Fratrum, ou a Unidade dos Irmãos, esses cristãos Checos foram os seguidores do mártir John Huss, um Reformador antes da Reforma. Ele foi martirizado em 06 de julho de 1415, e os Moravianos honram sua morte no calendário deles ainda hoje. Após a morte de Huss, seus seguidores, que foram muitas vezes conhecidos como Hussitas, ou como os Irmãos Boêmicos, experimentaram um verdadeiro ressurgimento. Eles se reorganizaram no ano de 1457, e no tempo da Reforma havia entre 150 a 200 mil membros em quatrocentas igrejas por toda a Europa Central. Mas, no levante das guerras dos 1600, a Boêmia e Morávia (República Checa) foram dominadas por um rei católico romano, o qual desencadeou uma terrível perseguição contra os Moravianos. Quinze de seus líderes foram decapitados. Os membros da igreja foram mandados para os calabouços e às minas para trabalhos forçados. As escolas deles foram fechadas. Bíblias, hinários, escritos históricos foram totalmente queimados. Foram todos espalhados. De fato, 16 mil famílias repentinamente se tornaram refugiadas. Por quase cem anos procuravam fugir da perseguição. Por causa disso formaram uma poderosa rede de cristãos “clandestinos” através de pequenos grupos. Algo que me chamou atenção na historia destes corajosos Moravianos foi que eles, eram profundamente dedicados ao Senhor Jesus Cristo e a sua causa sendo extremamente cristocêntricos. Os Moravianos abriram o ministério a pessoas simples, diferentemente dos pietistas primitivos, não eram altamente educados nem teologicamente treinados. Eram comerciantes. Sendo que os dois primeiros missionários que foram enviados eram coveiros por profissão! As próximas duas pessoas que enviaram, um era carpinteiro e o outro, oleiro. Os Moravianos abriram o ministério ao leigo e a ministração às mulheres, antecipando Hudson Taylor nessa questão mais de cem anos antes. Criaram a estratégia missionária de fazedores de tendas, seguindo o exemplo de Paulo e assim auto sustentando suas viagens e suas missões. Os Moravianos por serem pessoas sofredoras, podiam facilmente se identificar com aqueles que sofriam. Viviam na periferia da sociedade. Eles iam àqueles que eram rejeitados por outros. Eram sensíveis ao Espírito Santo e se dirigiam às pessoas receptivas ao evangelho. Eles colocavam o crescimento do Reino de Cristo acima de qualquer expansão denominacional. Isso é raro acontecer em nossos dias, onde a placa denominacional é mais importante do que o Reino de Deus, valorizamos mais nossas igrejas oriundas da divisão e diferenças teológicas. Somos o único grupo que cresce pela divisão e não pela unidade, por isso existem tantos evangélicos doentes, e anêmicos espirituais, pois estão mais preocupados com o crescimento da horta do seu quintal do que com a Seara que está branca para a Colheita. Há uma disputa pelo melhor Ministério de Louvor, pela maior igreja da cidade, pelo melhor programa gospel, quanta perda de tempo, enquanto as almas estão famintas pela simples Palavra de Deus. A obra missionária Moraviana era regada de oração. Quando o avivamento espiritual ocorreu em 1727, começaram uma vigília de virada de relógio, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, trezentos e sessenta e cinco dias por ano. Durante este avivamento espiritual, dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da Índia onde 3000 africanos trabalhavam como escravo e cujo dono era um Britânico agricultor e ateu. Esses jovens fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: “Nenhum pregador e nenhum clérigo chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido”. Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: “E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?”, o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o transporte deles. Então os jovens usaram o valor de sua própria venda para custear sua viagem. No dia da partida para ilha, as famílias estavam reunidas no porto para se despedirem dos jovens. Houve orações choros e abraços, amigos e familiares puderam dar o último adeus para seus irmãos. E algumas pessoas falaram: porque vocês estão fazendo isso? Vocês nunca mais irão ver seus familiares e amigos, e vão ser escravos para o resto de suas vidas! Mas quando o barco estava se afastando do porto os dois jovens levantaram suas mãos e declararam em voz alta: “Para que o Cordeiro que foi imolado receba a recompensa por seu sacrifício através das nossas vidas.” O que estremece a minha alma é a gratidão que estes irmãos tinha com Deus pelo sacrificio de Cristo no Calvário, a sinceridade intensa na oração e amor pelos perdidos. Não estavam preocupados em conhecimento, diplomas ou com o crescimento das suas igrejas e placas denominacionais, mas a palavra deles era demonstração do poder de Deus. Deixaram de olhar para seus umbigos e começaram a ver a necessidade daqueles pelo qual Cristo foi crucificado. A Grande Comissão é hoje na Igreja a GRANDE OMISSÃO, pois sabemos o que se deve fazer e não fazemso, estamos preocupados com a nossa vidinha e com o crescimento da Nossa Obra, esquecendo daqueles que cambaleiam mortos indo para o inferno. Que a mesma chama que inflamava estes irmãos Moravianos, seja acessa em meu coração, para que eu seja mais ousado e corajoso a clamar: Que o Cordeiro que foi imolado receba através da sua vida integral a recompensa pelo seu sofrimento! “Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniqüidades deles levará sobre si.” Isaías. 53:11 Adualdo Rodrigues Porto Velho - RO Referências The Moravians and Missions: de Kenneth B. Mulholland – Seminary of Columbia ,April 1999 A mortificação do Pecado – Jonh Owen – Séc. XVII www.espaco-comum.blogspot.com www.adualdo.multiply.com/journal “Aquele que prega arrependimento está-se colocando contra este século, e enquanto insistir nisso será impiedosamente atacado pela geração cuja fraqueza moral aponta. Para tal tipo de pessoa só existe um fim: “Sua cabeça vai rolar!” É melhor ninguém começar a pregar o arrependimento enquanto não confiar sua cabeça ao céu”. Joseph Parker Sem DEUS somos apenas pó! Queria ficar mais em silêncio, fazer calar o mundo, calar o meu corpo, calar a minha alma e ouvir a Deus. Nossa vida é muito tumultuada e barulhenta, há som por todos os lados, sons que ferem e estupram nossos ouvidos, sons produzidos por este caos em que sobrevivemos. Tenho saudade da Lapinha, da Serra do Cipó, onde no meio da natureza podia se ouvir pássaros, o vento nas árvores e o silêncio da caverna. Mas acabo reaprendendo a ouvir a Deus, apesar de toda confusão, posso ainda ouvi-lo nas coisas simples e nas circunstâncias da vida. E nessa ânsia desesperada pelo Criador do Universo, me recordo de uma manhã dentro do ônibus em uma Avenida de Belo Horizonte, lendo um livro de Filosofia repleto de pensamentos de Aristóteles e Platão, estudando sobre Metafísica (tinha um trabalho para entregar), além destas agradáveis companhias tinha cerca de 40 pessoas, estressadas e atrasadas, como eu. Em meio a esse turbilhão, fechei o livro e comecei a observar as pessoas ao meu redor. Pessoas nervosas, reclamando da vida, do trânsito da política,do time que perdeu, da falta de dinheiro, reclamando do marido, do amigo, reclamando da igreja. Sendo levado pelo barulho das buzinas, vozes, gritos e sirenes uma senhora me chamou a atenção, já com seus cabelos brancos e uma sacola no piso do ônibus estava concentrada no seu trabalho. Pude observar que nada tirava a sua atenção, puxava um fio da sacola e com tal destreza e habilidade transformava aquele emaranhado de fios em um belo forro de mesa. As vezes ela parava colocava a sua frente e sorria. Acho que imaginava como ficaria ao terminar. Observando aquela senhora no seu precioso trabalho, por um instante esqueci os problemas que me afligia, Deus começou a falar dentro de mim, somos uma obra de arte do qual Ele é o artista. Na criação vemos o Soberano, pintando e criando a terra e tudo o que nela há. Para sua obra prima o ápice da criação, o modelo foi Ele mesmo, ao nos criar olhou para si mesmo e nos modelou em seus dedos soprando em nós a sua vida, cuidando de cada detalhe fazendo de nós sua maior obra de arte. Mas de repente depois de alguns pontos, o semblante daquela senhora desconfigurou, algo como decepcionada ao olhar para sua arte, e de uma maneira insana, começou a puxar os fios daquele forro, desfazendo e arruinando todo trabalho, não sei, mas acho que havia bastante tempo a trabalhar naquele forro. Não compreendia aquela atitude, como alguém pode desmanchar algo tão belo? Não me contive me levantei e fui ao encontro daquela senhora indignado, e perplexo perguntei: Porque a senhora desmanchou este forro, estava tão perfeito, cheio de detalhes belos e já estava finalizando? Aquela senhora olhou para mim e de maneira suave e serena me explicou tal atitude: Talvez você não compreenda, mas minha filha começou este forro e pediu para que terminasse, pois estava difícil para ela fazer alguns pontos e terminar este forro. Comecei de onde ela havia parado e quando cheguei ao acabamento final, percebi que ela tinha errado alguns pontos no começo, fazendo que o forro ficasse torto e feio, este é o motivo pelo qual estou desmanchando para consertar estes pontos e torná-lo certo e lindo como no modelo original.Apesar de ter ensinado, ela preferiu fazer alguns pontos do jeito dela, e não tinha como terminar algo que estava errado lá trás. Mesmo sem entender nada de crochê, comecei a entender o que Deus queria me ensinar através daquela senhora. Sem palavras voltei, e apesar de toda movimentação e sons a minha volta, como se alguém apertasse a tecla pause da minha vida, ouvi a voz de Deus... Também faço assim na sua vida! Quantas vezes você reclama quando puxo os fios da sua vida, quando desmancho algo que você tanto gosta... Eu sou o Criador, Eu sou o Modelo, por isso sei o que deve ser consertado e refeito em você! Eu sou o artesão, por mais que eu permita alguns pontos tristes que você mesmo colocou em sua vida. Em tudo Eu tenho um propósito, talvez você não compreenda por olhar pelo lado avesso, mas me permite terminar a boa obra que comecei na sua vida e poderá ver que linda obra de arte você se tornará. Não esqueça, Eu sou o Oleiro, você o barro. (Jeremias 18: 1-6) Depois destas palavras lembrei de onde Deus me tirou para fazer um vaso. Nos tirou do pasto, não éramos nada, barro, argila misturada com fezes de animais, cheio de pedras e cacos...esta era a minha vida! E como artesão ele me pegou me limpou, colocou sua água e me moldou... O Oleiro me tem em suas mãos eu o barro, que Ele quer transformar me fazendo uma obra de arte, mas o barro deve ser moldado, amassado, girado pela roda e se depois de terminado o Oleiro não estiver contente com o resultado ele refaz tudo de novo assim é nossa vida primeiro Ele nos resgata, nos escolhe (Não foi vós que me escolheste. Jo 15:16 ) , como o Oleiro Ele nos molda a sua maneira e vontade ( Is 45: 9 - Rm 9:21 ) Mas ainda o vaso ou o forro não estava como Ele queria, não estava bem aos seus olhos, por isso nos quebra, e nos faz e nos Ele desmancha o que está errado, permitindo algumas situações em nossa vida para nos fazer de novo. Coloca-nos no fogo assim como o ourives coloca o ouro e a prata para ser purificado, Deus também como este artesão nos coloca no fogo das provações, das dificuldades,das tristezas (Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte. ... II Co. 7:10) para que possamos ser limpos de todo orgulho, de toda impureza... E como eu, talvez você pergunte qual é o momento certo de tirar o metal do forno? E o ourives nos responde somente quando minha face está refletida no metal, este é o momento certo de tirar do fogo! (Ainda não é o momento de me tirar do fogo) Como vaso, muitas vezes a vida provoca algumas rachaduras que nos impedem de ser úteis, e Deus o oleiro nos quebra e nos faz de novo, para que possamos ser úteis! O que me fascina em Deus é sua graça, misericórdia e amor, sua constante persistência e sua paciência... A verdade é que Ele não remenda o vaso... Ele faz um vaso novo! Ele não quer pessoas remendadas, como uma colcha de retalhos, mas quer pessoas que vivam uma novidade de vida. Por isso, muitas vezes, ele muda os meus planos, e meus sonhos! Nada de remendos... O que Ele quer é a satisfação total do vaso, ou a profundidade do quadro, e como aquela senhora que voltou a fazer novamente aquele forro, mesmo quando estragada pelo próprio ponto, e ainda que naquele emaranhado de fios que fica do lado do avesso, que pode parecer uma confusão total... Ele está fazendo uma obra nova... Um quadro novo... “obra de arte... pra honra e glória... do Artista!” Por mais que eu e você não compreendemos os propósitos de Deus, tenhamos confiança sabendo que Ele sabe o fim, Ele tem o domínio de tudo. Cada etapa da nossa vida seja ela boa ou ruim tem um propósito quando se tem Deus como o artesão, Ele vai cuidar para que a nossa vida seja uma obra de arte, apesar das rachaduras que nos foram provocadas ou que nós mesmos provocamos Ele nos fará de novo, não importa as cores sem vida na tela e nos forros da vida, no final de tudo sentaremos com Ele e em silêncio iremos desfrutar da beleza desta obra e veremos que tudo que Ele faz é bom! E por mais que você não veja nada de belo na sua vida, prefira estar nas mãos do Artesão da Vida, Ele sabe fazer de um emaranhado de fios um lindo forro, ou uma blusa para aquecer algum solitário. Ele sabe pegar um barro que não vale de nada e fazer um lindo vaso. Ele pega um metal sem valor e transforma-lo em uma jóia rara e de grande valor, Ele transforma um quadro abstrato na mais valiosa tela de arte... Ele faz de mim e de você, pessoas com valores, com caráter transformado e com histórias que podem mudar o mundo e as pessoas...pelo simples fato de permanecer nas mãos do Artesão da vida. Pense nisso! Adualdo Rodrigues Porto Velho – Ro O Tapeceiro - Letra e Música – Stênio Marcius Tapeceiro, grande artista, Vai fazendo seu trabalho Incansável, paciente no seu tear Tapeceiro, não se engana Sabe o fim desde o começo, Traça voltas, mil desvios sem perder o fio Minha vida é obra de tapeçaria, É tecida de cores alegres e vivas, Que fazem contraste no meio das cores Nubladas e tristes Se você olha do avesso, Nem imagina o desfecho No fim das contas, tudo se explica, Tudo se encaixa, tudo coopera pro meu bem Quando se vê pelo lado certo, Muda-se logo a expressão do rosto, Obra de arte para Honra e Glória do Tapeceiro Minha vida é obra de tapeçaria, É tecida de cores alegres e vivas, Que fazem contraste no meio das cores Nubladas e tristes Se você olha do avesso, Nem imagina o desfecho No fim das contas, tudo se explica, Tudo se encaixa, tudo coopera pro meu bem Quando se vê pelo lado certo, Todas as cores da minha vida Dignificam a Jesus Cristo, o Tapeceiro www.espaco-comum.blogspot.com www.adualdo.multiply.com/journal
“Aquele que prega arrependimento está-se colocando contra este século, e enquanto insistir nisso será impiedosamente atacado pela geração cuja fraqueza moral aponta. Para tal tipo de pessoa só existe um fim: “Sua cabeça vai rolar!” É melhor ninguém começar a pregar o arrependimento enquanto não confiar sua cabeça ao céu”. Joseph Parker
Sem DEUS somos apenas pó!
Quantas vezes ouvimos absurdos nos pulpitos e ficamos calados...pois se falarmos estaremos tocando no "Ungido do Senhor". Fomos treinados a comer todo tipo de comida ( até mesmo bosta com cereja em cima ) e não reclamar, afinal se falarmos alguma coisa seremos rebeldes, e amaldiçoados. Não quero ser a voz da razão, aliás tenho tantos pecados,mas sou salvo pelo amor incondicional de DEUS e não tenho medo e vergonha de expo-los, afinal é sendo transparente que mato este impostor que vive em mim. Não sou perfeito, mas tenho temor do Senhor e fico pasmo com tanta baboseira que se fala e se vive hoje no cristianismo atual. Hoje as igrejas viraram empresas onde usa campanhas de marketing para atrair pessoas e seus bens, alisa o ego dos ouvintes para liberar mais grana, não se fala de pecado para não magoar alguns, não se fala da volta de Jesus...porque isso não dá IBOPE...temos que falar é de dinheiro, de cura de bens, de poder...shuuuuuu...pois este deus que eles pregam é um graçom...você estala os dedos e ele vem te servir...o que você pedir será feito...peça....peça....peça um carro novo...peça sua cura...peça uma esposa(o) afinal você é filho do rei...ele te prometeu...e tem que te dar... enquanto muitos destes mercenários da fé estão trocando de carro todo ano...o coitado do irmãzinho tem que ir de sapato furado...pois se não entregrar o salário todo...ele não tem fé...é homem de pequena fé! Me pergunto o que Jesus faria ao entrar nesses megas shopping's da Fé....E ouvir este evangelho da marcha ré. Hoje se vende igreja como se vende empresa....se compra membros e levitas como cabeças de gados que são avaliados pelo dizimo e que tem, este rebanho pertecem não a Deus o verdadeiro Pastor mas a estes mercenários safados .... Não pode abrir a boca se não perde o cargo o chamado....haaa não é mais chamado é emprego ministerial... Sabe porquê escrevo isso..pois não quero ser mais um na multidão...que se cala com tanta hipocrisia e mentiras...com sermões que não vem de Deus e de momentos de oração(será que sabem o que é isso),mas são sermões baseados em livros de auta ajuda de Lair Ribeiro...Augusto Cury e até de Paulo Coelho...temos que voltar para Deus e para sua Palavra...temos que voltar a viver o evangelho...precisamos de uma nova reforma na igreja...onde estão os Luteros? Não se vê mais choro..mais arrependimento...somos insensiveis a Deus e ao próximo... Isso me fez pensar sobre minha insensibilidade para com a Glória de Deus, as almas perdidas, e a apostasia desses tempos maus. Me lembrei do rei Davi chorando porque os homens não guardavam a Lei de Deus. Me lembrei do apóstolo Paulo que escrevia com lágrimas por causa dos inimigos da cruz de Cristo. Me lembrei de Jesus chorando diante de Jerusalém. Lembrei-me de alguns pregadores do passado que choravam diante de seus ouvintes por ver a dureza de seus corações. Não se trata de lágrimas por lágrimas. Estou farto e enojado com a performance teatral! Mas gostaria de sentir aquilo que os profetas do Velho Testamento chamavam de, " o peso do Senhor". Gostaria de chorar, mas de chorar muito, por mim mesmo, pela Igreja, por meu país. Aos pés de Jesus Adualdo Rodrigues Porto Velho - RO www.espaco-comum.blogspot.comwww.adualdo.multiply.com/journal “Aquele que prega arrependimento está-se colocando contra este século, e enquanto insistir nisso será impiedosamente atacado pela geração cuja fraqueza moral aponta. Para tal tipo de pessoa só existe um fim: “Sua cabeça vai rolar!” É melhor ninguém começar a pregar o arrependimento enquanto não confiar sua cabeça ao céu”. Joseph Parker Sem DEUS somos apenas pó! EU E O VÔMITO DE JESUS Mas um ano se passou, mais uma semana, e estou de volta as minhas escolhas. Toda vez que se aproxima o momento de partir, acontece algo estranho na alma, uma mistura de ansiedade e saudades, saudades de pessoas, de lugares, da comida, da cama, pessoas especiais e coisas simples que amo. Mas apesar de todo sentimento estranho aproveito para tirar boas lições e refazer algumas perguntas a respeito da minha vida e desta caminhada, indagações sobre a minha existência na vida das pessoas. Será que as pessoas iriam sentira minha ausência assim como sinto delas? Será que minha cama iria sentir saudades do meu peso assim como sinto falta dela (acho que não...)? Será que sentiriam falta das palavras, das brincadeiras, dos risos e chatices sem necessidade e das pregações, sentiriam falta da minha pessoa? Não estou falando de sentirem falta do vizinho educado que não coloca o som no último volume (esse não sou eu), ou do colega que ajuda em alguma coisa. Mas gostaria de saber se sentiriam falta da esperança que eu trazia, do modelo que eu representava, da influencia cristã na vida das pessoas, da referencia como líder e como ovelha. Será que sentiriam minha falta... Ou existir ou nunca ter nascido faria alguma diferença? E essas perguntas me levaram ao relato de uma Igreja na Ásia que não salgava e não brilhava mais naquela cidade, na cidade de Laodicéia. O Apóstolo João nos oferece algumas dicas desta Igreja e das pessoas que formavam esta decadente Comunidade Cristã da qual me identifico. (Leia Apocalipse 3:14 -22) Das Sete cartas enviadas as Igrejas da Ásia, a única que não recebeu nenhuma palavra positiva da parte de Jesus e parece até um resumo da insatisfação celestial, recebendo apenas repreensões e palavras de condenação foi a Igreja de Laodicéia. Esta poderia ser descrita como uma igreja emotiva, orgulhosa, egocêntrica, frouxa, amênica, humanamente respeitável, secular, auto-suficiente, adúltera e hipócrita. Elementos básicos para mal estar... E nem precisa enfiar um dedo na garganta para forçar o vômito resultando um gosto amargo de fel, informando que algo ou alguém será expelido do estomago do Mestre. Coloquei-me como membro daquela igreja e olhei para o chão notando que aquela coisa asquerosa e nojenta parecia muito comigo, com minhas atitudes, com minas decisões e com a igreja atual. Aquela igreja estava mais voltada para as teorias, tendências e modismos religiosos do momento do que para a verdade que liberta e um viver santo. (Você já comprou o novo cd daquele Ministério que tá estourando, e aquele livro que dá dicas de como enriquecer e emagrecer em 7 semanas, ou aquele dos 5 passos para receber o Espírito Santo, a sua igreja está no modelo do Avatar...ainda não? irmão você está por fora daquilo que rola no mundinho gospel) Laodicéia era mais concentrada na neutralidade e no comodismo religioso do que em ser comprometida com os fundamentos da fé. (E mais fácil fechar os olhos e não vê a podridão que rola no nosso meio, e na sociedade, e não denunciar... pois senão você será conhecido como aquele cara chato que só fala mal... e nunca concorda com a vida estagnada e inerte do qual vegetamos e não vivemos, é mais fácil dar um prato de comida a um mendigo e dizer “Deus te abençoe”, do que tirar um tempo na nossa preciosa agenda e fazer algo que vale a pena para o próximo seja no hospital, em casas de recuperação, ou na sua rua... ou tampar os ouvidos e os olhos e dizer eu não tenho nada haver com isso....) Uma igreja concentrada na auto-suficiência do que na dependência de Deus. (Vou confessar talvez este seja meu pior pecado... o de não confiar plenamente em Deus... quantas vezes me pego tomando da mão dEle aquilo que já “entreguei”) A igreja mais preocupada com o dinheiro do que com a Bíblia e com as pessoas. (Uau... mexeu comigo... Hoje em dia isso é normal. a carne e a Lã das ovelhas são mais importantes do que as próprias ovelhas... cuidado se você está gordo (ou melhor, a sua conta) poderão te abater... pois o seu valor é do tamanho do seu dizimo. Sabe aquele irmão que está desempregado, e aquele que está doente necessitando de um remédio... haaa desculpe esqueci que o nome do seu deus é Mamom... Perdoe-me não tinha reparado qual era o seu tesouro e onde estava seu coração! ) A igreja mais preocupada em compreender e ser relevante no mundo moderno do que conhecer a Deus e com o arrependimento espiritual. (Esta crise de identidade que vivemos é por que estamos caminhando para longe de Deus, queremos saber se o capeta tem cifre e rabo, estamos preocupados em desvendar nosso código genético e saber se a minha origem veio de um chimpanzé ou de um orangotango, isso sim é importante... esqueço que para conhecer a mim mesmo tenho que conhecer a Deus que é a fonte, que é o Principio o meio e o fim da minha existência) A igreja que valoriza mais as autoridades cíveis e religiosas do que a presença de Deus. (O nosso maior problema é que ficamos demais ocupados em satisfazer a vontades dos homens do que a Deus... Ultimamente é mais importante agradar ao sistema religioso do que satisfazer a vontade Deus. Vejo tanta burocracia para evangelizar, para orar, para adorar... impõe ordem sobre ordem, regras e mais regras, um pouco aqui, um pouco ali... são tantas regras que lembro que fui impedido de continuar um trabalho com jovens em uma área de risco porque não tinha passado pelo último estágio dos Jedi...Star Wars) Esta era a igreja de Laodiceia e qualquer comparação com você e até mesmo com sua igreja são mera coincidência. Mas apesar de toda decadência espiritual de ser miserável, pobre, cego e nu, Cristo me convidou a comprar dEle, ouro purificado, vestes brancas e colírio....Mas como comprar se Ele não aceita barganha? É ai que a graça de Deus tomou conta de mim... A minha pobreza espiritual me forçaria a chegar mais perto dEle, afinal não tinha nada a oferecer....Apenas meu arrependimento... Apesar de toda minha inutilidade na vida das pessoas, Jesus humildemente intervém e dirige a Laodicéia e a mim uma mensagem de esperança, me convidando a sentar com Ele no trono... Apesar de não merecer Ele me convida e bate mais uma vez na porta do meu coração, a fim de mostrar quem realmente sou... Voltar a ser útil na vida das pessoas, a fazer diferença neste mundo cão, a ser a resposta do clamor gerado no céu... Tomara que não esteja tão ocupado no meu quarto, ou na frente do computador, na cozinha quem sabe na sala curtindo um filme... A campanhinha está tocando... Alguém está gritando seu nome! Ow... Ele está batendo na porta... Você não vai abrir? Cuidado, pois algo está acontecendo no estômago de Jesus e como Laodicéia seremos despejados como vômito mal cheiroso e putreficado de atitudes que causam náuseas a um corpo santo. A escolha é nossa! Adualdo Rodrigues Porto Velho - RO “Aquele que prega arrependimento está-se colocando contra este século, e enquanto insistir nisso será impiedosamente atacado pela geração cuja fraqueza moral aponta. Para tal tipo de pessoa só existe um fim: “Sua cabeça vai rolar!” É melhor ninguém começar a pregar o arrependimento enquanto não confiar sua cabeça ao céu”. Joseph Parker Sem DEUS somos apenas pó!
Nessa época minha caixa de email fica abarrotada de lindas frases, desejando um Feliz Natal, Um próspero Ano Novo...mensagem de amigos, de colegas de empresas e até politicos. As ruas, praças e casas ficam lindas com tanta luz e enfeites natalinos....que na verdade esconde toda uma miséria social...fomos induzidos a enfeitar e maquiar nossas vidas, nossos defeitos, nossos pecados e nossas angustias... Ontem depois de viver umas horas no TEMPLO MAIOR do consumismo humano, o único daqui de Porto Velho o Shooping, muito iluminado, Papai Noeis, promoções, gente bonita descendo e subindo nas escadas da torre capitalista. Depois destes momentos "mágicos"...me deparei com minha realidade, o vazio da vida sem Deus... Debaixo de uma marquise, repleta de pisca-pisca e uma bela arvore de Natal...estava uma senhora ajoelhada, chorando ou talvez clamando...para ninguém mais que Deus... Enquanto eu e as pessoas passavamos carregando nossas sacolas cheias do nosso egoismo e falsidade que que compramos com nossa vaidade e jogamos em saquitéis furados...para depois brindar e desejar um Feliz Natal, onde Deus está longe desta mentira mercadológica. Atrás de toda beleza...está a face de pessoas que desejam algo que não tem, expressam frases lindas e mentiras vazias, encham o estômago,mas não conseguem preencher o vazio da alma,compramos presentes e esquecemos que devemos comprar ouro, vestes brancas e colírio... Talvez você se espante... mas apesar de tirar foto de gorrinho vermelho...de comprar presentes...e comer um chester...Não sinto nada de especial nesta data...Tanto que Teologicamente falando nem o nascimento de Jesus pode ser comemorado em 25 de Dezembro.(Desculpa ter estragado seu Natal) As pessoas estão vazias...e nós estamos tão ocupados nos ensaios das nossas cantatas de Natal...para que alguns possam se abraçar e fingir uma comunhão que não existe. Deus não é limitado ao nosso cromos...mas Ele é antes de tudo...Não se enquadra em nosso calendário...Ele quer adoração não apenas em Dezembro mas em todos os dias da sua e da minha existência. Posso te garantir que a minha vida, é vazia e monótona, sem a Presença de Deus, para quê viver...se não for por Ele...Para quê pregar...se não há transformação...para quê morrer se não há eternidade. A graça de Deus me faz entender quem eu sou em Cristo Jesus, e o Espirito do Vivo Deus me faz compreender que sem esta graça..eu não sou nada...sou apenas pó... Quero usar as palavras de um mártir da Igreja, o pastor e teólogo luterano Dietrich Bonhoeffer, morto por enforcamento em 9 de abril de 1945, no campo de prisioneiros de Flossenburg, Alemanha, por se opor ao Nazismo. Suas palavras podem nos ajudar a entender a motivação que surge ao contemplarmos a graça preciosa de Deus, que está muito além do que lindas mensagens natalinas. “A graça barata é a graça que nós dispensamos a nós próprios. A graça barata é a pregação do perdão sem arrependimento, é o batismo sem a disciplina de uma comunhão, é a Ceia do Senhor sem confissão dos pecados, é a absolvição sem confissão pessoal. A graça barata é a graça sem discipulado, a graça sem a cruz, a graça sem Jesus Cristo vivo, encarnado. A graça preciosa é o tesouro oculto no campo, por amor do qual o homem sai e vende com alegria tudo quando tem; a pérola preciosa, a qual o comerciante se desfaz de todos os seus bens para adquiri-la; o governo régio de Cristo, por amor do qual o homem arranca o olho que o escandaliza; o chamado de Jesus Cristo, o qual, ao ouvi-lo, o discípulo larga as suas redes e o segue. A graça preciosa é o evangelho que há de se procurar sempre de novo, o dom pelo qual se tem que orar, a porta à qual se tem que bater. A graça é preciosa porque chama ao discipulado, e é graça por chamar ao discipulado de Jesus Cristo; é preciosa por custar a vida ao homem, e é graça por, assim, dar-lhe a vida; é preciosa por condenar o pecado, e é graça por justificar o pecador. Essa graça é sobretudo preciosa por tê-la sido para Deus, por ter custado a Deus a vida de seu Filho – “fostes comprados por preço” – e porque não pode ser barato para nós aquilo que para Deus custou caro. A graça é graça sobretudo por Deus não ter achado que seu Filho fosse preço demasiado caro a pagar pela nossa vida, antes o deu por nós. A graça preciosa é a encarnação de Deus e sem Ele eu sou apenas pó! Na paz que excede todo entendimento... Adualdo Rodrigues Porto Velho - RO “Aquele que prega arrependimento está-se colocando contra este século, e enquanto insistir nisso será impiedosamente atacado pela geração cuja fraqueza moral aponta. Para tal tipo de pessoa só existe um fim: “Sua cabeça vai rolar!” É melhor ninguém começar a pregar o arrependimento enquanto não confiar sua cabeça ao céu”. Joseph Parker Sem DEUS somos apenas pó!
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